VIVÊNCIA AUDIOVISUAL
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de 26 NOV a 8 DEZ 2018

no Portomídia

Feminismo

& Equidade

para Reinventar

o Audiovisual

A FERA visa propiciar espaços de encontro, reflexão e formação para fomentar a equidade de gênero no audiovisual e impulsionar a atuação técnica e criativa das mulheres no setor.

 

Adélia Sampaio (1944-), primeira cineasta negra brasileira, também continuísta, maquiadora, câmera, montadora e produtora

As mulheres representam mais de 50% da população, mas estão na direção de apenas 20% dos filmes lançados comercialmente no Brasil.

De 26/11 a 8/12/2018, a FERA oferecerá cinco oficinas intensivas feitas para e por mulheres, nas áreas de Direção/Roteiro, Direção de Fotografia, Som Direto, Montagem e Crítica Cinematográfica, além de debates abertos ao público geral e a exibição dos filmes produzidos pelas alunas no encerramento do 20º Festcine.

#OFICINAS

Semana 2

3 de Dezembro — 8 de Dezembro

Público-Alvo: Mulheres que já utilizam ferramentas audiovisuais como forma de expressão. A seleção visará incluir mulheres negras, indígenas, residentes nas periferias, mulheres transgênero, sem deixar de considerar as mulheres lésbicas, bissexuais ou assexuais.

Montagem Imagem e Som

com Natara Ney e Catarina Apolônio

(INSCRIÇÕES ENCERRADAS)

de 03/12 a 08/12

das 9h às 18h30

 

Local: Portomídia, Bairro do Recife

Nesta oficina, Natara Ney e Catarina Apolônio se propõem a aprofundar a formação teórica e prática das alunas através da apresentação de conceitos básicos da linguagem cinematográfica, análise de exemplos concretos, partilha de experiências, e também através da montagem dos filmes curtos a serem realizados coletivamente pelas alunas da primeira semana de oficinas.

Crítica Cinematográfica

com Carol Almeida

(INSCRIÇÕES ENCERRADAS)

de 03/12 a 08/12

das 14h às 18h30

 

Local: Portomídia, Bairro do Recife

Nesta oficina, Carol Almeida propõe analisar imagens e narrativas audiovisuais a partir de uma perspectiva feminista, utilizando-se de conceitos-chave da teoria fílmica feminista e apontando para uma cinematografia de diretoras mulheres que potencializam esse debate. As alunas também terão a oportunidade de exercitar e escrever críticas dos filmes realizados coletivamente por equipes de alunas durante a primeira semana de oficinas.

Grrr...nossas feras

É jornalista formada pela ECA/USP e atua como diretora e roteirista de curtas, médias e longas, séries para TV e web. Destacam-se os filmes "Tão Longe é Aqui" (2013), “Severinas” (2014), “O jabuti e a anta” (2016), e "#Resistência" (2017). Atualmente é bolsista do OpenDocLab no MIT e desenvolve seu terceiro longa.

NATARA NEY

Se formou em jornalismo na PUC-PE e Teoria da Montagem na UNB. Desde 1993 trabalha no Rio como montadora em filmes como “Divinas Divas” de Leandra Leal, “Tainá 3” de Rosane Svartman, “O Mistério do Samba” de Lula Buarque de Hollanda e Carolina Jabor, e nas séries de tv “Ó Paí, Ó” de Monique Gardenberg e “Novas Famílias” de João Jardim.

Estudou cinema na UFF e se especializou em imagem na École Louis Lumière (FRA). Entre seus trabalhos destacam-se os filmes “Sinfonia da Necrópole” (2014) de Juliana Rojas, “Califórnia” (2015) de Marina Person, “A Vez de Matar, A Vez de Morrer” (2016) de Giovani Barros, e “Lightrapping” (2016) de Marcio Miranda Perez.

Atua desde 2005 como técnica de som em documentários e ficções. Destacam-se os filmes “A História da Eternidade” (2014) de Camilo Cavalcante , “O Som ao Redor” (2012) de Kleber Mendonça Filho, “Dawson ilha 10” (2009) de Miguel Littin, “Nego fugido” (2009), de Marília Hughes e Cláudio Marques.

É formada em Comunicação social na UFPE e Som no cinema na EICTV Cuba e já atuou como editora de som e foley na Espanha, no Chile e na Argentina. Hoje é técnica de gravação e operação de áudio no serviço público federal, além de editar e finalizar som de filmes como “O Som ao Redor” de Kleber Mendonça Filho.

É crítica, pesquisadora, curadora de cinema e doutoranda em Comunicação na UFPE, com foco em estudos sobre o cinema contemporâneo brasileiro. Faz parte do coletivo Elviras Mulheres Críticas de Cinema, do coletivo MAPE Mulheres no Audiovisual Pernambuco e da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, e publica no foradequadro.com

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PROGRAMAÇÃO      

#OFICINAS

Semana 1

26 de Novembro — 1º de Dezembro

Direção & Roteiro

com Eliza Capai

(INSCRIÇÕES ENCERRADAS)

de 26/11 a 01/12

das 9h às 18h30

 

Local: Portomídia, Bairro do Recife

Nesta oficina, Eliza Capai se propõe a partilhar suas experiências audiovisuais (processos de criação do roteiro, dificuldades e soluções de produção, análises de resultados fílmicos), além de acompanhar a direção coletiva de filmes curtos a serem realizados por equipes de alunas durante a oficina.

Direção de Fotografia

com Flora Dias

(INSCRIÇÕES ENCERRADAS)

de 26/11 a 01/12

das 9h às 18h30

 

Local: Portomídia, Bairro do Recife

Nesta oficina, Flora Dias apresentará conceitos fundamentais da fotografia e seus possíveis usos a serviço da intenção audiovisual, além de partilhar suas diversas experiências como diretora de fotografia, e acompanhar a fotografia dos filmes curtos a serem realizados por equipes de alunas durante a oficina.

Som Direto

com Simone Dourado

(INSCRIÇÕES ENCERRADAS)

de 26/11 a 01/12

das 9h às 18h30

 

Local: Portomídia, Bairro do Recife

Nesta oficina, Simone Dourado apresentará conceitos fundamentais do som direto e seus possíveis usos a serviço da intenção audiovisual, além de partilhar suas diversas experiências como técnica de som, e acompanhar a captação de som dos filmes curtos a serem realizados por equipes de alunas durante a oficina.

Público-Alvo: Mulheres que já utilizam ferramentas audiovisuais como forma de expressão. A seleção visará incluir mulheres negras, indígenas, residentes nas periferias, mulheres transgênero, sem deixar de considerar as mulheres lésbicas, bissexuais ou assexuais.

Público-Alvo: Mulheres que já utilizam ferramentas audiovisuais como forma de expressão. A seleção visará incluir mulheres negras, indígenas, residentes nas periferias, mulheres transgênero, sem deixar de considerar as mulheres lésbicas, bissexuais ou assexuais.